Koh Lanta | Koh Rok

Random holiday frames…

Koh Lanta is one of the Islands that I’ve been looking for to go since I got in Thailand. Koh Rok was the paradise island chosen to start the new year in a special way… with nature, love and  lot of diving…Not much to say here…Go to this both places and check! Simple like that.

I just hate myself for not having a waterproof case for my camera to show how great was the free diving in Koh Rok.

Enquadres aleatórios de férias…

Koh Lanta é uma das ilhas que sempre tive vontade de visitar desde que cheguei na Tailândia. Koh Rok  foi o ilha paradisíaca escolhida para iniciar o ano de uma forma especial… com natureza, amor e muito mergulho…Sem muito mais a dizer aqui…Vá aos dois lugares e veja! Simples assim.

Só me odeio por não ter uma caixa estanque pra minha camera, pra poder mostrar o quão incrível foram os mergulhos livres em Koh Rok.

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KOH LANTA

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FISH TRAP
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KOH LANTA
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KOH LANTA
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KOH LANTA

 

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KOH ROK
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KOH ROK
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KOH ROK | HERMIT CRAB
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KOH ROK | HOME SUNRISE VIEW
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KOH ROK
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KOH ROK | MORNING LOVE
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KOH ROK | MORNING LOVE
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KOH ROK  | MONITOR LIZARD

STREET FOOD FUNERAL

(Leia em português)

With the announcement made by the government in the begging of this year, putting in risk the existence of this enormous presence of food stalls around the streets of Bangkok, the subject became a big topic of discussions from medias to bar tables.

This photo series I present here, emerged with the importance of street food in Thai society, while the questions is still floating around: Will street food really be banned from Bangkok? Apparently the answer is yes, but personally I still don’t see how.

In September I had the chance of be part of a special book edition “Street Food Funeral”, coordinated by the Designer Mint Jarukittikun and Chef Prin Polsuk, presented together with a pop-up by Chef Prin and his team at the Bangkok Art Book Fair. The book, with many collaborators, is a celebration of street food life, traveling through the history of street food, recipes and quotes from representative fans os this democratical and vibrant way of serving and consuming food.

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FUNERAL DA COMIDA DE RUA

Com o anuncio feito pelo governo no início desse ano, colocando em risco a enorme presença das barracas de comida pelas ruas de Bangkok, o assunto se tornou uma grande discussão desde grandes mídias à mesas de bar.

As fotos que apresento aqui, surgiram com a importância da “Comida de Rua” na sociedade tailandesa, enquanto a questão continua pairando: As comidas de rua serão mesmo banidas de Bangkok? Aparentemente a resposta é sim, mas pessoalmente, não vejo como.

Em Setembro tive a oportunidade de participar de uma edição especial do livro “Funeral da comida de rua”, coordenado pela Dsigner Mint Jarukittikum e o Chef Prin Polsuk, apresentado junto a um pop-up do Chef Prin e sua equipe na Bangkok Art Book Fair. O livro, com muitos colaboradores, é uma celebração da vida da comida de rua, viajando pela história, receitas e comentários de representativos fãs dessa democrática e vibrante maneira de servir e consumir alimentos.

KL FRAMES

This video was shot in a 3 days trip to Kuala Lumpur, Malaysia. The architecture is definitely one of the high lights from this city, but during my walks looking for shots, I could never get the feeling of a organic and integrated space. So that define the montage concept… random frames apart.

Enquadres KL.

Esse video foi realizado em uma viagem de 3 dias a Kuala Lumpur, Malásia. A arquitetura é definitivamente um dos destaques da cidade, mas durante minhas caminhadas buscando imagens, nunca pude sentir como um espaço orgânico e integrado. Então assim se define o conceito de montagem… enquadres aleatórios isolados.

Hong Kong, after 2046

It was 2012 when I saw “2046”, my first big impression of Hong Kong, my first film from Wong Kar Wai. The colors, the rhythm, the city that constantly is framing it self… all of that atmosphere became a great deal of inspiration, but still a distante aesthetics from how I had to represent things around me those years. Recently I had the chance to make a quick visit to Hong Kong. Kowloon, the old part of this particular place in earth, that represent and have been represented by so many different views. My first thought was: “Thank you to my friend Jane, who’s helping me with so many  things in this trip, specially on understanding what this place is really about”. But my second one, as soon as I saw those old buildings at the night time, after the rain, with a soft and cold breeze, light’s shining over the vibrant streets, with a diversity of smells from the street food spots, was: “Thank you Wong Kar Wai”. That atmosphere wasn’t strange to me. I had that feeling while watching his films.

So here it’s a short eyed over the streets of Hong Kong… Still naive and curious, but comfortable and fully aware of that environment at the moment.

Hong Kong, depois de 2046

Foi em 2012 que assisti “2046″, minha primeira impressa de Hong Kong, meu primeiro filme de Wong Kar Wai. As cores, o ritmo, a cidade que constantemente se enquadra… toda aquela atmosfera se tornou uma grande inspiração, mas ainda distante do que eu precisava representar durante esses anos. Recentemente eu tive a oportunidade de fazer uma visita rápida a Hong Kong. Kowloon, a área mais antiga dessa “Região Administrativa Especial”, que representa e já foi representado por tantas visões. Meu primeiro pensamento foi: “Obrigado minha amiga Jane, que me ajudou tanto com essa viagem, especialmente no entendimento do que esse lugar realmente representa”. Mas o segundo, logo que vi os prédios antigos durante a noite, após a chuva, com uma briza leve e fria, as luzes iluminando as ruas vibrantes, com uma diversidade de aromas vindos dos pontos de comida de rua, foi: “Obrigado Wong Kar Wai”. Aquela atmosfera já não era estranha. Eu tive a mesma sensação vendo seus filmes.

Então aqui apresento um curto olhar sobre as ruas de Hong Kong…ainda ingênuo e curioso, mas confortável e totalmente consciente do ambiente naquele momento.

A Train to Hua Hin

Sometimes the pressure of Bangkok expel you away from the chaos, in order of getting your thoughts back into place. In a mission for new experience, I took the advice of the my friend Saay, and jumped into a 4 ours trip on a 44 Baht train, to Hua Hin. I didn’t know much about the place, but was definitely something far out from my plans of traveling. The trip to go was exciting, just for the fact of getting out of my almost routine in Bangkok. The amount of resorts I faced when I got there, not so exciting though. But instead of exploring the area, like I usually do, with just walking or with a scooter, I decided to take a real break, and enjoy the good vibe from the Most Room Hostel where I stayed and the beach 50m from there. I just didn’t know of the storm that was about to come… the way back after 3 days, took 6 hours, about 20 nice photos and a full life time of thoughts. Here is a chilling collection of spontaneous photography following the slow flow of  the time on those days.

Um trem para Hua Hin

As vezes a pressão de Bangkok te expele pra fora do caos, sob a necessidade de por os pensamentos no lugar. Numa missão em busca de novas experiências, fora do que geralmente busco, completamente fora de roteiros planejados, tomei um trem de 4 horas, por 44 Baht (4 reais). A viagem em si já era interessante pelos simples fato do inesperado. Já os resorts encontrados na chega… não tão interessantes. Decidi romper mais um padrão, e não sair a explorar com geralmente faço. Mal sabia eu da tempestade que estava por vir… foram 3 dias entre o Must Room Hostel e a praia a 50m dali. A volta de 6 horas, trouxe 20 fotos e uma vida toda de pensamentos. Aqui separei uma coleção com alguns momentos fotográficos espontâneos desses dias de ritmo lento.