The 8 years late photography.

(Leia em português)

Creative professionals are known for almost never finishing a project on time. Always something new and unexpected happens during the process… at least when you put yourself out there to make your best. Is a constant learning process. Recently I finished a photography that has been in my mind for over 8 years. Exactly 9 years a go, I was making my first move out of Brazil, my first time inside an airplane, destination: Galway, Ireland. I was 21 years old and had just dropped out the Architecture University. Through a great family friend, I got into a volunteering social work program. Would live a year on the green Island with a mission to learn english and anything else possible. What I learned was bigger than I expected, from there I should keep moving.

But from that entire year of great experiences, lot of it registered by a weird mini-dvd camera, one thought always kept knocking on my head, specially after going through the cinematography school. This scenery where the river approach the sea, the swans and other birds are hanging around, while the colored houses on the back ground give a certain contrast over the grey day. Anyway…the real beauty of those colors and the new movements add to the scene, are shown of when the sun comes out, on it’s best autumn style.

Recently, 8 years after I left Ireland, with some new perception over photography, I got the chance to go back, with a kind of lucky charm.  In the very first day, we arrived and one of my greatest friends was there welcoming us. He took us straight to Salthill, a quite melancholic beach somehow. On our way there, we crossed the river and faced, around 5:30pm, The Long Walk. Beautiful blue sky (rare for Ireland, I guess you know) and frontal lightning, with great feeling flowing. Is nice to go back, as much as it is to go further.

The Long Walk | “The 8 years late Photography”GALWAY-low-2

SalthillGALWAY-BLOG-1

O’Connors PubGALWAY-BLOG-2

Coolough Rd.GALWAY-BLOG-3

DonkeyGALWAY-BLOG-6

Menlo CastleGALWAY-BLOG-4

Menlo CastleGALWAY-BLOG-5

Inis Mór |Aran IslandGALWAY-BLOG-8

Megalithic Barn | Inis Mór |Aran IslandGALWAY-BLOG-9

Dún Eochla| Inis Mór |Aran IslandGALWAY-BLOG-7.jpg

Clifs | Inis Mór |Aran IslandGALWAY-BLOG-10

Inis Mór |Aran IslandGALWAY-BLOG-12

A fotografia com 8 anos de atraso.

Profissionais diretamente ligados a criatividade, são conhecidos por quase nunca terminar um projeto a tempo. Sempre algo novo e inesperado acontece durante o processo…ao menos se você se propõe a fazer o seu melhor. É um aprendizado constante. Recentemente terminei uma foto que tenho na minha cabeça há mais de 8 anos. Exatamente 9 anos atrás, fiz meu primeiro movimento pra fora do Brasil. Minha primeira vez em um avião, destino: Galway, Irlanda. Eu tinha 21 anos e tinha recentemente trancado a universidade de Arquitetura. Através de um grande amigo da família, consegui entrar em um programa de voluntariado em serviços sociais. Viveria um ano na Ilha verde, com a missão de aprender inglês e tudo que fosse possível.

O que aprendi foi maior do que o esperado, daí em diante eu deveria seguir em movimento.

Mas de todo aquele ano de grandes experiências, muito disso registrado em uma camera  mini-DVD, um pensamento sempre martelava a cabeça, especialmente depois da escola de cinematografia. Esse cenário do rio se aproximando ao mar, os cisnes e outros pássaros por ali, enquanto o colorido das casinhas ao fundo davam um certo contraste aos dias cinzas. Ainda assim…a real beleza daquelas cores e os novos momentos adicionados a cena, são evidenciados quando sai o sol, no seu melhor estilo de outono.

Recentemente, 8 anos após ter saído da Irlanda, e com algumas percepções diferente sobre fotografia, tive a chance de voltar, com uma espécie de amuleto da sorte. Logo no primeiro dia, quando chegamos já havia um dos meus grandes amigos a espera. Ele nos levou a Salt Hill, uma praia um pouco melancólica de alguma forma. Pelo caminho cruzamos o rio e paramos, por volta das 17:30, frente à “The Long Walk”. Lindo céu azul (Raro para Irlanda, talvez vocês saibam) e uma iluminação frontal, com grande sentimentos fluindo. É bom voltar, tanto quanto seguir adiante.

(Veja as fotos acima)

 

KL FRAMES

This video was shot in a 3 days trip to Kuala Lumpur, Malaysia. The architecture is definitely one of the high lights from this city, but during my walks looking for shots, I could never get the feeling of a organic and integrated space. So that define the montage concept… random frames apart.

Enquadres KL.

Esse video foi realizado em uma viagem de 3 dias a Kuala Lumpur, Malásia. A arquitetura é definitivamente um dos destaques da cidade, mas durante minhas caminhadas buscando imagens, nunca pude sentir como um espaço orgânico e integrado. Então assim se define o conceito de montagem… enquadres aleatórios isolados.

Hong Kong, after 2046

It was 2012 when I saw “2046”, my first big impression of Hong Kong, my first film from Wong Kar Wai. The colors, the rhythm, the city that constantly is framing it self… all of that atmosphere became a great deal of inspiration, but still a distante aesthetics from how I had to represent things around me those years. Recently I had the chance to make a quick visit to Hong Kong. Kowloon, the old part of this particular place in earth, that represent and have been represented by so many different views. My first thought was: “Thank you to my friend Jane, who’s helping me with so many  things in this trip, specially on understanding what this place is really about”. But my second one, as soon as I saw those old buildings at the night time, after the rain, with a soft and cold breeze, light’s shining over the vibrant streets, with a diversity of smells from the street food spots, was: “Thank you Wong Kar Wai”. That atmosphere wasn’t strange to me. I had that feeling while watching his films.

So here it’s a short eyed over the streets of Hong Kong… Still naive and curious, but comfortable and fully aware of that environment at the moment.

Hong Kong, depois de 2046

Foi em 2012 que assisti “2046″, minha primeira impressa de Hong Kong, meu primeiro filme de Wong Kar Wai. As cores, o ritmo, a cidade que constantemente se enquadra… toda aquela atmosfera se tornou uma grande inspiração, mas ainda distante do que eu precisava representar durante esses anos. Recentemente eu tive a oportunidade de fazer uma visita rápida a Hong Kong. Kowloon, a área mais antiga dessa “Região Administrativa Especial”, que representa e já foi representado por tantas visões. Meu primeiro pensamento foi: “Obrigado minha amiga Jane, que me ajudou tanto com essa viagem, especialmente no entendimento do que esse lugar realmente representa”. Mas o segundo, logo que vi os prédios antigos durante a noite, após a chuva, com uma briza leve e fria, as luzes iluminando as ruas vibrantes, com uma diversidade de aromas vindos dos pontos de comida de rua, foi: “Obrigado Wong Kar Wai”. Aquela atmosfera já não era estranha. Eu tive a mesma sensação vendo seus filmes.

Então aqui apresento um curto olhar sobre as ruas de Hong Kong…ainda ingênuo e curioso, mas confortável e totalmente consciente do ambiente naquele momento.

A Train to Hua Hin

Sometimes the pressure of Bangkok expel you away from the chaos, in order of getting your thoughts back into place. In a mission for new experience, I took the advice of the my friend Saay, and jumped into a 4 ours trip on a 44 Baht train, to Hua Hin. I didn’t know much about the place, but was definitely something far out from my plans of traveling. The trip to go was exciting, just for the fact of getting out of my almost routine in Bangkok. The amount of resorts I faced when I got there, not so exciting though. But instead of exploring the area, like I usually do, with just walking or with a scooter, I decided to take a real break, and enjoy the good vibe from the Most Room Hostel where I stayed and the beach 50m from there. I just didn’t know of the storm that was about to come… the way back after 3 days, took 6 hours, about 20 nice photos and a full life time of thoughts. Here is a chilling collection of spontaneous photography following the slow flow of  the time on those days.

Um trem para Hua Hin

As vezes a pressão de Bangkok te expele pra fora do caos, sob a necessidade de por os pensamentos no lugar. Numa missão em busca de novas experiências, fora do que geralmente busco, completamente fora de roteiros planejados, tomei um trem de 4 horas, por 44 Baht (4 reais). A viagem em si já era interessante pelos simples fato do inesperado. Já os resorts encontrados na chega… não tão interessantes. Decidi romper mais um padrão, e não sair a explorar com geralmente faço. Mal sabia eu da tempestade que estava por vir… foram 3 dias entre o Must Room Hostel e a praia a 50m dali. A volta de 6 horas, trouxe 20 fotos e uma vida toda de pensamentos. Aqui separei uma coleção com alguns momentos fotográficos espontâneos desses dias de ritmo lento.